quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Prazer, esse sou eu.

Meu nome é Rodrigo Carvalho, sou acadêmico do quinto período de Publicidade e Propaganda no Centro Universitário Moura Lacerda.

Tenho 27 anos, moro na cidade de Ribeirão Preto e amo escrever. Sendo assim, preciso dividir esse amor com o fascínio e curiosidade que tenho pelo mundo da psicologia da comunicação.

Dinâmico, comunicativo, proativo e com grande facilidade para trabalhar em equipe.

Redes Sociais:
Facebook: https://www.facebook.com/rodrigo.carvalho.988
Instagram: http://instagram.com/rs_carvalho

Bem-vindo ao meu mundo!



Cinquenta tons de polêmica


O filme “Cinquenta Tons de Cinza” estreia somente em fevereiro de 2015 (provavelmente no dia dos namorados), mas já está mexendo com os hormônios de todo mundo. A adaptação ganhará vida pelas mãos de Sam Taylor-Johnson.

A autora da trilogia, E.L James, define a trama como uma história de “amor” com apelo sexual . Ela diz que ficou surpresa com a repercussão. Na minha opinião, ela sabia o que estava fazendo e o sucesso era seu objetivo.

Ela usa de recursos atrativos para o nosso consciente e inconsciente. Segundo Freud, o eixo da personalidade está ligado com a sexualidade, e para isso é preciso passar por várias fases.

A libido é a nossa energia sexual e de vida e vai circulando pelo corpo durante as fases, entenda como acontece:

Fase Oral (0 - 2 anos) é um momento que transforma o instinto em sentimento durante a amamentação, e é dividida em duas fases:

Fase Oral Narcísica (0 - 8 meses) é quando o mundo/ mãe existem para o bebê, é nessa fase que desenvolve o prazer em mamar.

Fase Oral Sádica (8 meses - 2 anos) é quando surge o prazer em morder. É dentro dessa fase que podemos encaixar nosso personagem principal o Mr. Grey, na verdade ele se encontra "preso" em diversas fases.

A mídia influencia muito na vivência das primeiras fases, por isso todos temos alguma fixação oral como falar muito, beber e fumar e sentimos um ENORME prazer em fazer isso.

Fase Anal (2- 4 anos) é quando a libido sai do corpo (no caso ela estava na boca) e passa a circular por todo corpo, é quando surge o controle dos esfíncteres: anal e uretral, ou seja o controle do próprio corpo.

É nessa fase que surge o prazer na retenção e expulsão das fezes, ou seja o prazer anal.

Podemos dizer que a criatividade nasce dentro dessa fase.

Fase Fálica ( 4-6 anos) é quando a libido vai para os órgãos sexuais, fase da curiosidade e da descoberta em nível de consciência da diferença sexual ( aquela fase que a menina questiona o porquê não tem pipi).

É nessa fase que surge o Complexo de Édipo masculino e feminino, e segundo Freud a fase em que surge a heterossexualidade (menino renuncia a mãe e se identifica com o pai) e homossexualidade (não renuncia a mãe e não se identifica com o pai). Isso já é história para uma próxima análise.

Fase de Latência (6 - 11 anos) é quando a criança vai para escola e une a criatividade com a curiosidade e a transforma em conhecimento.

É a fase que é preciso aprender a ter TESÃO na vida, e administrar os desejos e não apenas o sexo.

E por última a Fase Genital (+ 12 anos) é quando acontece as mudanças fisiológicas (puberdade) e mudanças psicológicas (adolescência).

É fase que podemos chamar de a "morte da criança", é o momento de fazer a integração de todas as fases vividas e de construir nossa identidade sexual, social e profissional.

Lembrando que a mídia interfere diretamente nessa fase também e uma pessoa que não consegue fazer uma transição completa por essas fases está mais propícia a consumir mais.

Fetiche é uma grande ferramenta para se alcançar o SUCESSO, lembrando que a origem da palavra é francesa e significa objeto enfeitiçado ou parte do corpo que causa uma excitação sexual.

E claro, Karl Marx já falava em fetiche de mercadoria e do nosso desejo de TER as coisas.

Muitas vezes, não nos permitimos realizar nossas fantasias por receio do que outros irão achar, são as regras sociais gritando em nossas cabeças o moralismo criado por gerações.

O fato é que muitas mulheres e homens estão fascinados com a história de Christian Grey (Jamie Dornan), um multimilionário que gosta de ser dominador.

E claro, existe a donzela virgem e universitária Anastasia Steele (Dakota Johnson), que depois de entrevistá-lo para o jornal da universidade, inicia um relacionamento com o magnata. E é por meio dele, que ela vai se aventurar no mundo do sadomasoquismo e se permitir experimentar bondage e masoquismo.

Foto: Reprodução

Tudo isso seria ótimo se fosse apenas uma aventura sexual de um casal, mas o que realmente me incomoda é a venda da humilhação da mulher como um produto, e o pior, a aceitação delas.

O personagem principal é uma descrição perfeita do que as mulheres desejam em um homem: virilidade, corpo perfeito, riqueza e inteligência.

Um esteriótipo criado pela mídia, assim como as mulheres gostosas da televisão e revistas.

Sei que vivemos em mundo extremamente machista e que isso é visto como algo normal devido as raízes históricas, mas não concordo que as mulheres sonhem encontrar homens que não as permitam serem livres e que controlem todos os seus passos.

É o caso da personagem Anastasia Steele que se permite viver essa situação, por medo ou por prazer?

O que mais existe em nosso mundo são “Greys”, ele não é um sonho, é um pesadelo. Pode-se perceber isso em suas atitudes fora do âmbito do prazer, o quanto ele necessita ter o controle de tudo.

Não estou criticando nenhuma prática sexual, até porque dentro de quatro paredes e com o consentimento de ambos, vale tudo. Critico a postura dele como dominador na vida, e necessidade de ser “superior”.

E falando exclusivamente no nosso país, temos um noticiário recheado de casos de violência contra a mulher. A cada cinco minutos uma mulher é agredida no Brasil, apesar da existência da Lei Maria da Penha.

É preciso reeducar o pensamento machista que está tão forte nas raízes de nossa sociedade, mas será muito difícil mudar isso enquanto a mídia defender a ideia que a mulher tem que ser submissa.

Hoje eu quero e você?

Para quem não sabe, o filme "Hoje eu quero voltar sozinho" é sobre o amor entre um garoto cego chamado Leonardo (Ghilherme Lobo) e seu colega de sala Gabriel (Fábio Audi), abordando a temática homossexual de uma forma natural e sem esteriótipos.

Cada detalhe é retratado de uma maneira sensível, transitando pelas dúvidas naturais de todo adolescente.

É legal compreender que independente da condição sexual, somos todos iguais e passamos pelos mesmo anseios.O primeiro amor, a profissão que devemos seguir, o primeiro beijo e claro, a tão esperada primeira vez.

Muitos confundem puberdade com adolescência, temos que aprender que existe uma diferença. Puberdade são as mudanças fisiológicas, ou seja, as do corpo. E com essas alterações, surgem as mudanças psicológicas, que podemos chamar de Adolescência.

Quando entramos nessas fases podemos decretar o luto pela "morte da criança", pois chega o momento de vivenciar todas as fases de Freud juntas.

É quando surgem os grandes questionamentos de nossas vidas, como as experimentações e com isso vemos constantemente as pessoas confundirem orientação, opção e condição sexual.

Orientação é aquela que recebemos de acordo com as crenças adquiridas pela sociedade, no caso ser hétero, porque é o que "todos acreditam ser o correto". Opção é algo que pelo qual se opta, o que no caso não existe quando falamos de sexualidade. Ninguém decide que quer ser, as pessoas já nascem assim. O correto a se dizer é Condição, que é como nascemos (hétero, bissexual, gay).

E é justo na adolescência que surgem os questionamentos quanto a isso, pois você está condicionado a algo do qual você não é "orientado" (no caso de gays e bissexuais) e a sociedade não aceita.

No filme, Léo passa por duas situações complicadas, a vivência de sua homossexualidade e o fato de ser deficiente visual, sofrendo inúmeros casos de bullying dentro da escola.

Não é preciso aceitar as diferenças, apenas respeite. Entenda que você não discrimina o seu olho esquerdo por ele ser diferente do direito, porque se não sabe, não existe simetria em nosso corpo.

E como diria Luciana Genro, estude um pouco que você saberá.

Foto: Reprodução 

O inimigo dorme ao lado

Querido, diário!

Segunda-feira fui assistir um filme chamado "Garota Exemplar" (Gone Girl) e fiquei extremamente apaixonado pela adaptação do livro para o cinema. Conseguiu me prender do começo ao fim pela atuação brilhante de Rosamund Pike que interpreta Amy, tornando o filme instigante e com alto teor psicológico. E não é mais novidade que esse tipo de temática me atrai muito.

O protagonista do filme é o ator Ben Affleck que interpreta o escritor Nick Dunne, aquele que todos odeiam porque foi escolhido para ser o Batman e que neste filme apresenta uma atuação considerada satisfatória.

A história é sobre um casal de escritores que se apaixonam, casam e são felizes para sempre porque são lindos, moram em Nova Iorque e possuem uma linda casa. Errado! O casamento é apenas o início dos grandes problemas e questionamentos que o filme aborda.

Será que realmente conhecemos a pessoa que dorme ao nosso lado? Será que durante a construção do relacionamento todos os segredos mais obscuros foram revelados? E até que ponto a cobrança excessiva (direta ou indireta) por parte de nossos pais podem interferir na construção da nossa personalidade durante a infância?

Amy (Rosamund Pike) cresceu na sombra de um personagem criado por seus pais e é famosa desde criança, sua infância virou uma série de livros que a reproduzem de uma forma perfeita. Neles, é sempre a melhor em tudo, o que não acontece na realidade. Isso causa um confronto direto entre o deseja ser, o que é e o que seus pais desejam que ela seja. Com o passar dos anos se torna uma mulher decidida e sedutora, porém muito calculista e perigosa.

Logo que se casam tudo é perfeito, até que a mãe do esposo adoece devido a um câncer (faça o autoexame) e são obrigados a sair de Nova Iorque para uma pequena cidade no Missouri e o relacionamento entra em crise e começa a se tornar uma chata rotina.

Se torna cada vez mais obsessiva por ter um filho e ele mais preguiçoso e infiel. A situação se complica ainda mais quando Amy descobre que seu marido mantém um romance com uma aluna. Fissurada em se vingar, começa planejar sua morte para culpar Nick e levá-lo para o corredor da morte.

(Gente, essa atriz é muito boa. Os olhares, os gestos, tudo em perfeita sintonia e sendo fiel a uma pessoa com graves problemas psicológicos)

Com uma frieza e tranquilidade típica de psicopatas, estuda métodos de se criar o crime perfeito e para isso utiliza de muito persuasão ao criar uma falsa amizade com a vizinha e contar mentiras para ela. E ainda simula um falso teste de gravidez com a urina dessa mesma vizinha que está grávida.

Para deixar sua história mais perfeita, escreve um diário e nele relata toda sua história, além de inventar algumas para dar veracidade aos fatos. Planeja a cena do crime de um modo que leve a polícia suspeitar que alguém a tenha criado para encobrir um assassinato. E ela consegue o que quer,

Uma certa manhã, mais precisamente no dia do aniversário de casamento, Nick retorna para casa e a encontra toda revirada, sua primeira providência é chamar a polícia e comunicar o desaparecimento de sua mulher. Tudo que ela planejou dá certo e leva a crer que é o principal suspeito do assassinato da queridinha da América, o transformando na pessoa mais odiada dos Estados Unidos por assassinar uma mulher grávida.

Nick precisa correr contra o tempo e provar sua inocência, enquanto Amy bitch assiste tudo de camarote e planeja se matar para que encontrem seu corpo no fundo de uma lago e que seja considerado culpado. Porém, o choque vem com a revelação de que já tinha feito isso com outros homens e até simulado ferimentos em regiões íntimas (vagina) para acusar um ex-namorado de estupro. Este ex acaba sendo o responsável por revelar para Nick a verdadeira face de sua mulher (demônia).

Orientado por seu advogado, resolve dar uma entrevista em rede nacional para tentar mudar sua imagem, tendo como principal objetivo que ela o assista. Durante a entrevista banca o arrependido e utiliza de um jogo de sedução para tentar reconquistar sua mulher.

Estava certo e ela retorna para casa depois de matar um ex-namorado que a estava ajudando a se esconder, inventando uma história de que estava sendo mantida em cárcere privado e abusada o tempo todo. Tanto Nick, quanto a policial responsável pela investigação logo percebem que é uma mentira, mas não possuem provas porque mais uma vez ela cometeu o crime perfeito.

Para a imprensa passam que são um casal em reconciliação, porém na intimidade não vivem como homem e mulher. E em mais um surto psicótico, procura uma clínica de fertilização na qual seu marido havia congelado seu esperma e faz uma inseminação sem sua autorização.

O desespero toma conta dele que se vê obrigado a assumir a criança e não abandonar a sua louca esposa para que o mundo não o acuse de ser um canalha. E assim, ela o prende em sua teia e vira o jogo novamente.

Adoro esses finais não convencionais, afinal quem esperava que depois de tudo isso os protagonistas terminassem juntos? E não posso deixar de mencionar que a classificação do filme é para maiores de 16 anos, porque se utilizam de muitas cenas de sexo e nudez, inclusive uma cena bem rápida de nú frontal do Ben Affleck, no qual aparece no chuveiro.

Agora uma reflexão sobre o filme, percebe-se que Amy possuiu uma necessidade doentia em se desvincular da imagem de garota perfeita criada por seus pais e se utiliza desses crimes para ter a necessidade de controle. Não é raro encontrarmos pessoas assim por aí, basta ligar a TV e assistir os noticiários.

O engraçado foi ver a reação dos maridos que estavam no cinema olhando para suas esposas e perguntando: Amor, você não é assim , né?

Quem são os verdadeiros culpados por esse desvio criado na personalidade de muitas pessoas: os pais, a mídia ou a genética?

Foto: Reprodução

Desabafo de uma alma obesa

Mesmo emagrecendo, é preciso muito esforço para a construção de uma nova identidade.

Que gordinho, nunca ouviu que tem um rosto lindo, mas que se fosse "normal", seria lindo por inteiro. Como se o caráter tivesse apenas um belo rostinho, né? A sociedade julga, impõe e cedemos aos seus mandamentos.

Nunca fui o famoso gordinho "invisível", até porque a minha facilidade em me comunicar não permitia, mas fui: o melhor amigo, bolinha, gordinho viado. Sempre me perguntei isso, porque todo babaca chama um gordinho de viado? Como se a gordura definisse a condição sexual de um indivíduo.

Hoje, chamam isso de bullying, na minha época era dito "coisa" de criança. Coisa essa, que machucava e muito, porque não adianta alguém dizer para não se magoar. Mas, chega uma hora que a necessidade de mudar acontece, e acredite, é uma "falsa necessidade" de ser aceito.

Sofri por 26 anos para aprender que aceitação tem que ser algo interno, emagrecer não foi tão bom como pensei. É uma doce ilusão de que tudo melhora com a mudança da aparência, comer virou sinônimo de sofrimento e prazer ao mesmo tempo, duas coisas que não podem conviver. Fui fraco e cai na maior armadilha, a ditadura da magreza.

Emagreci de maneira saudável, fazendo reeducação alimentar, mas nada impediu que meu psicológico fosse abalado. E até hoje o medo do "passado" assombra e atormenta a cada mordida, e é a primeira vez que falo isso abertamente, porque vejo a necessidade de outras pessoas não passarem pelo mesmo. Fui gordinho sim, e não tenho vergonha disso.

Porém é importante ressaltar que a obesidade, seja infantil ou em adultos, é uma questão grave e que precisa ser tratada com cuidados médicos. Não estou fazendo apologia, apenas compartilhando alguns sentimentos e situações.

Nunca deixe que os outros te imponham condições para viver, seja feliz do seu jeito!

Foto/ Reprodução: Discovery Esportes

Você faz o que te faz feliz?

Se existe uma coisa que me irrita, é quando as pessoas ficam sabendo o que estou fazendo atualmente e me questionam: -Não vai desistir de novo, né?

Bom, para começar, o que eu faço ou deixo de fazer com minha vida só diz respeito a minha pessoa, e mesmo que não pareça, desistir de algumas coisas, foi meu maior ato de coragem.

Logicamente, apontar o dedo para os defeitos dos outros é muito mais fácil do que corrigir os próprios. E para quem não está entendendo a situação, eu já cursei Administração, Biomedicina e atualmente estudo Publicidade & Propaganda.

Porém, dessa vez, me sinto realizado e feliz com o que estou fazendo. Diferente das outras vezes, em que fui influenciado por pais e sociedade. As pessoas que normalmente me criticam, se encontram infelizes e sem CORAGEM para fazer o que eu sempre faço, correr atrás do que realmente eu quero.

A cada dia que passa, encontro cada vez mais pessoas sem opinião ou que se deixam intimidar por visão alheia, pois as consideram "superiores" as suas.

Acorda! Acreditar em seus ideais é o que te faz único e o que realmente lhe fará feliz. É confortável que seja submisso as vontades e necessidades de terceiros, pois torna -se um lindo fantoche.

Não seja Monkey See Monkey Do, e para quem não conhece essa expressão, significa "Siga o Mestre". Mas que mestre? Sempre tem alguém tentando ser o famoso "mestre" em sua vida, mas não aquele que lhe respeita e acrescenta, mas o que quer lhe usar para benefício próprio e enquanto você é útil.
Não estou te julgando, pois num passado recente ainda era um fantoche da sociedade, até que decidi que o melhor era tirar as vendas e lutar pelo que acho certo.

Você pode encontrá-los disfarçados de namoradas(os), chefes, governantes, religiosos(as), amigos(as) e porque não, familiares. Tenha autonomia, experimente, tente impor o abstracionismo em sua vida e faça o mundo lhe enxergar muito além dos rótulos.

Foto: Reprodução

Viver sonhando, quem me dera...

Quando me questiono o porquê escolhi publicidade, a única resposta que encontro é a minha imensa paixão pelo fabuloso mundo do entretenimento. Este, que me faz sonhar e idealizar grandes planos, os quais pretendo realizar.

Acredito muito que nascemos predestinados a fazer algo na vida, no meu caso tentei fugir ao máximo disto, procurando áreas que me afastavam por completo do que eu realmente sempre gostei de fazer.

Quando eu era pequeno (ops, ainda sou) falava para minha mãe que um dia seria ator, e na minha escola sempre escutava que me expressava muito bem (uma característica fundamental para um comunicador).

Pois é, mesmo assim a pessoa aqui não enxergava esses sinais de que seu destino era a comunicação social e como o ditado já diz, antes tarde do que nunca. Estar na área certa é como se apaixonar pela primeira vez, o coração bate acelerado e nossa visão é cegada para as coisas não tão boas da profissão.
A minha caminhada está apenas começando, mas nada vai me impedir de realizar esse sonho.

Quanto a seguir meu coração, descobri que á maneira mais certeira de encontrarmos a verdadeira felicidade.

#NuncaDesistir